LBC faz ultima trilha antes do Natal com direito a comida deliciosa e chegada cedo.



Jingle bells, jingle bells/Jingle all the way/Oh, what fun it is to ride/In a one horse open sleigh. Foi neste clima de Jingle bells que o LBCrealizou sua ultima trilha antes do Natal. Como o espirito natalino prega o perdão e união das raças o LBC pedalou junto com amigos de outro grupo em um pedal prazeroso rumo a Ilha dos Leões, Sergio Gerra, Cedro e volta a Limoeiro passando pelo centro da cidade. Nosso dia começou por volta das 5 horas quando nos reunimos no mesmo local de 2014 e saímos às 5 horas e 30 minutos em um pedal bem legal. No começo estavam pedalando apenas  João oliveira e Márcio Mercury, mas logo após vieram se juntar aos dois os amigos Brito e Paulo. A trilha foi super tranquila com pada para fotos e muita velocidades por paisagens rurais. Os dois amigos conheceram lugares novos e bonitos que já fora explorado pelos dois membros do LBC. O natal era uma das paisagens mais admiradas pelos ciclistas, pois em muitas residencias havia o espirito do natal impregnado nas paredes e nas arvores que deixavam de ser meros pés de arvores para vivarem arvores de natal. 

O café da manhã desta vez foi regado a comida nordestina do mês de junho a famosa pamonha. Ela veio acompanhada de uma boa fatia de queijo coalho assadinha na brasa e um delicioso café passado na hora. Enquanto a pamonha não saia do forno os bikeiros iam apreciando as coisas antigas guardadas em uma casa velha feita de barro e palha. De maquinas de escrever antigas a vitrolinha com vinil e rádio AM bem antiga. A comida deliciosa deu aquele ar de renovação que os ciclistas estavam esperando para poder retomar o pedal. A segunda parte do pedal se deu pela fazenda de Sérgio Guerra rumo ao Cedro. Seguimos em pedal de velocidade média de 20 km/h entre subidas e descidas um bom bate papo para descontrair. Ao chegarmos no Cedro formos recebido com uma Praça enfeitada e cheia do espirito de natal. Paramos e apreciamos o local, mas pouco tempo depois resolvemos ir embora e chegar cedo em casa. Chegamos tão cedo em Limoeiro, zona urbana, que demos uma volta pela cidade para completar o tempo. Chegamos por volta das 8 horas e muito bem por sinal com todos felizes e cheios do espeito do Natal. 

Como o Natal será nesta quarta-feira 25/12 o Limoeiro Bike Clube irá realizar sua confraternização no dia 22/12 com uma super festa repleta de coisas boas e o amor dos familiares a se confraternizar e ver o natal transbordar paz, amor e harmonia nos corações dos presentes na confraternização. Os ciclista do LBC ainda irão fazer seu ultimo pedal  no dia 28/12 dando por encerrado assim o ano de 2014 para o grupo e se preparando para 2015. Assim acabou o Diário de Bordo  do LBC que contou neste domingo 21/12 o relato de mais um pedal dos meninos do LBC e suas aventuras. Nós que fazemos o LBC queremos desejar a todos os membros e leitores deste Diário de Bordo um excelente Natal repleto de boas energias e que a mesa de todos seja farta de pão e da presença do Menino Jesus que é o principal espirito do Natal. Feliz NatalVeja mais fotos em nossa página do Facebook através deste LINK











LBC faz trilhas até o Clube campo Cafundó e carava sua marca no recinto.




Alegrai-vós, pois hoje teve trilha do LBC com direito a piscina e muito chão batido. Cafundó foi o destino e as estradas de barro com poeira foi que não faltou. O grupo saiu hoje (14/12) às 5 horas da matina com muita vontade de pedalar, afinal o caminho  novo dava novas esperanças e o desejo de apreciar comida regional diferencia regada a um bom banho de piscina sempre fascinava os presentes na trilha. Logo de cara os bikeiros pararam para concertar a bike de Poline que em um pit-stop rápido garantiu alguns minutos a menos de chã. O clima com temperatura média de 30 graus garantiu momentos de pouco sol e maior sombra fazendo com que o clima não castigasse muitos os nobres ciclistas de Limoeiro. Em um pedal puxado a galera seguiu pela zona rural de Passira onde pode ver entre as paisagem os animais típicos destas redondezas. A seca contrastava com as paisagens verdes provinda das irrigações que garantiam o sustento de muitas famílias. Foram muitas subidas, descidas e até caminhos de perdição antes de chegarem até o cafundó. Há os que dizem que foi lá que Judas perdeu a bota, mas os proprietários negam tal fato.

Nossa chegada foi bastante cômoda e cansativa, pois foram tantas as ladeiras que ao chegar no Clube Campo Cafundó o que nos restou foi desabar e descansar bastante apreciando um bom capão, uma boa galinha cabidela regada a cuscuz, arroz e sucos de caju e cajá. Após tomar aquele café da manhã esperto foi a hora de cair na piscina e começar a diversão. O grupo se divertiu tanto que ao voltar a Limoeiro deixou um pouco da saudade fincada no Cafundó.O caminho de volta parecia bem mais próximo que ode ida e com certeza foi, pois não havia mais risco de se perder e as energias estavam renovadas após aquele café da manhã esperto. A reta final pela Buracolândia ou como queiram PE-95 foi um tormento, afinal já estávamos cansado. Chegamos em Limoeiro por volta das 11 horas e com a sensação de dever cumprido. Este foi nosso Diário de Bordo de hoje que contou para todos vocês como foia trilha de hoje do LBC. Até domingo a todos e boa semana.















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Primeiros Socorros no pedal - Noções básicas

Quem pedala está sujeito a acidentes, sejam eles simples tombos por esquecer de desclipar ou até mesmo atropelamentos mais graves. Existe uma série de cuidados que podem ser tomados, caso seja você mesmo o acidentado (se estiver consciente) ou se estiverem em grupo, e algum membro sofrer o acidente. Segundo o artigo 135 do Código Penal Brasileiro, somos obrigados à prestar socorro às vítimas de acidentes ou males súbitos, sob pena de processo por omissão de socorro. A pena por omissão de socorro pode chegar a até 1 ano de detenção, podendo ser agravada se chegar à lesão corporal e até a triplicar, caso haja morte decorrente. Por prestar socorro entende-se sinalizar o local do acidente, e chamar ajuda especializada, porém existem casos onde torne-se necessário uma intervenção maior de quem está socorrendo, até a chegada da ajuda especializada. No caso de nós ciclistas, o uso de equipamentos de proteção (capacetes, luvas, óculos) já é de grande ajuda, evitando lesões mais graves na maior parte dos acidentes. Porém, mesmo com as devidas proteções, as vezes, acabamos por nos lesionar.

Na ocorrência de um acidente, basicamente, devemos:

- Manter a calma e não fazer nada por instinto, pensando antes de executar. Devemos ainda confortar a vítima, sem mexer nela. Deve-se trabalhar com a máxima de que “toda a vítima de acidente possui lesão cervical até se provar o contrário”.
- Sinalize e garanta a segurança do local do acidente para evitar outros acidentes.
- A seguir, procure socorro, nunca abandonando o acidentado. Use o celular, pare algum veículo ou procure um telefone público.
- Se estiver em grupo, controle a situação e distribua as tarefas para as outras pessoas: um sinaliza o local, outro conforta a vítima, e outra procura ajuda.
- Em caso de tombos leves, observe as reações do acidentado. Se ele se levantar sozinho e espontaneamente, isto é bom sinal.


Passo-a-passo para os primeiros socorros:

1- Verificar se a vítima está consciente ou não
2- Sinalizar e isolar o local do acidente
3- Checar os sinais vitais, tais como a respiração (use o dorso da mão para sentir), e pulso (encoste a mão no pescoço procurando sentir a pulsação)
4- Perguntar a vítima: onde dói, nome, onde reside, idade e telefone. Estas informações são importantíssimas, pois o estado de uma vítima é inversamente proporcional ao número de informações obtidas.
5- Observar atentamente as reações da vítima, procurando mantê-la longe do sol e do frio.

* Existem algumas ocasiões onde o acidentado deve ser removido imediatamente. Confira:

1- Quando não houver mais nada a fazer no local
2- Quando a remoção for essencial para a vida da vítima
3- Quando o local oferecer risco iminente para a vítima, por exemplo; a vítima estar sob uma árvore prestes a cair.


O que fazer até a chegada do socorro:

Hemorragias: Nesta urgência tudo depende do tamanho do corte. Em cortes pequenos com sangramento, podemos até improvisar pontos falsos com esparadrapo. Já para estancar uma hemorragia, o método mais eficaz é fazer compressão direta sobre a área, até com a própria roupa da vítima. Outro método é elevar o membro atingido, usando a gravidade a favor. Se não funcionar, a solução é improvisar um garrote ou torniquete, com um pedaço de tecido ou com uma fita de borracha (que pode ser uma câmara sobressalente, por exemplo), tomando o cuidado de liberar o fluxo sanguíneo por um minuto a cada quinze minutos.

Fraturas: As fraturas mais comuns entre os ciclistas são as clavículas, braços e dedos das mãos. Jamais tente reduzir, isto é, alinhar um membro fraturado. O ideal é que o membro seja imobilizado, obedecendo os desvios causados pela fratura. Você pode improvisar uma tala com pedaços de madeira envoltos em tecido. E a vítima deve evitar movimentos.

Lesões na cabeça: O ponto mais vulnerável do crânio são as têmporas, região localizada na lateral da cabeça, entre a orelha e os olhos. Traumas fortes na cabeça resultantes de quedas podem deixar a vítima inconsciente por alguns minutos ou até mesmo por várias horas e dias. Se bater a cabeça, mas estiver consciente, procure o quanto antes um hospital, principalmente se após o acidente o ciclista apresentar perda da consciência, confusão mental ou perda da memória, dor de cabeça, visão embaralhada, perda da audição e vômitos. Qualquer batida na cabeça não deve ser negligenciada. E nunca deixe a vítima dormir logo após um trauma na cabeça. Converse com ela procurando mantê-la consciente, até a chegada do socorro.

Desmaios: Ao contrário da crença popular, os desmaios na verdade são positivos e significam perda de consciência do corpo como forma de defesa. Este estado pode durar de alguns segundos até uma hora inteira! E os motivos podem ser os mais variados, tais como: hipoglicemia (baixa quantidade de açúcar no sangue), insolação (mais comum), cansaço e dores extremas (no caso de acidentes), estresse emocional, intoxicação ou qualquer situação onde ocorra uma rápida perda de sangue. A vítima deve ser deitada com a cabeça mais baixa do que o coração e os membros inferiores devem ser elevados em mais ou menos 30cm. Gire a cabeça da vítima para o lado, para que sua língua não interrompa a passagem do ar na garganta. Afrouxe as roupas, umedeça a face e o pescoço da vítima com uma toalha e jamais dê líquidos para alguém inconsciente.

Dentes: Em traumas frontais, é muito comum termos dentes lesionados, o que pode variar desde a quebra de um pedaço até a perda completa do elemento (avulsão). O importante é, sempre que possível, procurar o fragmento ou o dente inteiro, limpando-o e acondicionando-o em soro fisiológico, leite, ou até na própria saliva. No caso de avulsão, pode ser feito um reimplante, sendo que o sucesso deste será proporcional ao tempo em que o dente esteve fora da cavidade original. Se o dente afetado amolecer, porém não sair completamente de seu sítio de origem, mantenha-o no local com a língua, desde que a vítima esteja consciente. Se não, às vezes é preferível retirá-lo para evitar a deglutição do mesmo, podendo com isto termos até um sufocamento. Com as técnicas atuais de reabilitação oral, a perda de um dente é facilmente suplantada. Os fragmentos também podem ser “colados” ao dente atingido posteriormente. Assim que possível, procure um cirurgião dentista para avaliar e conter o dano.

Olhos: Os ferimentos mais comuns nos olhos são normalmente causados pela vegetação, por insetos e por pedras que são lançadas pelo ciclista que vai a frente. Não há muito que fazer no meio do mato, a não ser lavar os olhos com água limpa. Assim que possível, procure um oftalmologista, para avaliar e conter o dano.

Kit de Primeiros Socorros: Ter a mão um kit de primeiros socorros pode fazer toda a diferença nos primeiros socorros. Veja, é importante observar que este kit se presta somente ao primeiro atendimento, até um socorro mais eficaz e completo poder ser prestado. Assim, seu telefone celular na maioria das vezes pode ser mais valioso que o kit. Você pode comprar um kit pronto na maioria das farmácias, que pode muito bem atender esta demanda. Só para informação, um kit básico deve conter:

- luvas descartáveis

- soro fisiológico

- água oxigenada

- água boricada (para lavagem ocular)

- éter e álcool (para limpeza)

- gaze e algodão

- rolo de esparadrapo

- fita do tipo microporo

- alfinetes de segurança, tesoura e pinça cirúrgica

- termômetro

- curativos do tipo “band-aid”

- loção de calamina (tipo “Caladryl”)

- comprimidos de analgésico, antitérmicos, contra indigestão, enjoos, cólicas e dores de barriga


Telefones de Emergência

Bombeiros: 193

SAMU: 192

Polícia Militar: 190


Fonte: Eu Vou de Bike.

Domingo de muito sol e trilha do LBC em Morro Alto


Alegria, alegria, como diria nosso amado Jair Ferreira que esta doente devido a uma queda em sua ultima trilha realizado no dia 23/11, hoje é domingo e tem Diário de Bordo do  LBC- Limoeiro Bike Clube que pedala junto desde de 2008. O despertador tocou logo cedo e as 4 horas e 30 minutos da matina já estávamos de pé se arrumando para fazer aquela trilha esperta. O destino decido para este domingo foi  Morro Alto passando por Feira Nova via Várzea da Passira  com seus 34,15 KM bem distribuídos. O lugar para muitos dos membros já é velho, mas como havia membro novato para este pedal tudo se tornava redescoberta e de certa forma era sim, pois o estradão estava refeito possibilitando uma melhor fluidez no pedal. Muitas descidas garantiram momentos de pura adrenalina com bikes descendo em 50 km/h nas descidas mais perigosas deste reduto. As vacas e outros bichos apena olhavam os ciclistas passarem por eles. Na primeira parada a turma saboreou aquela cajuína bem geladinha com uma broa deliciosa e esta comida deu energia para continuar o trajeto que por sinal estava longe de acabar. 

No ensejo da parada a bike de Márcio foi consertada tendo seu freio traseiro regulado o que lhe proporcionou uma maior segurança. Com pedaladas rápidas e forte o caminho foi se tornando cada vez menor e mesmo com subidas para lá de alta os ciclistas não temeram e seguiram destino até o Bar do Pé de Manga as margens da PE 50 para um saboroso café da manhã. O bate papo descontraído não faltou e após o café da manhã a galera ficou um pouco mais no bar para jogar conversa fora em dois dedinhos de prosa. Com o clima quente e sol radiante a volta se deu pela PE 50 e o canto dos pássaros deram lugar aos barulhos dos carros e a poluição dos centros urbanos. O pedal foi tão prazeroso e rápido que a galera aportou em Limoeiro às 8 horas e 40 minutos desta manhã quente de domingo. Assim ficou registrado a trilha do LBC deste domingo (30/11). Desejamos a todos os membros a admiradores uma boa emana repleta de boas energias e bênçãos divina. Sejam todos imensamente felizes sem esquecer de domingo nos visitar novamente em nosso Blog (AQUI) ou neste blog que você esta lendo este texto. Aos que desejaram entrar no grupo basta procurar um dos membros e solicitar a participação.

Dica: Furou pneu e não tem câmara de ar? Três formas de ir para casa mesmo sem câmara de ar reserva



O Canal Global Cycling Network fez mais um excelente vídeo com três dicas de como conseguir “se virar” em caso de furo, mesmo sem câmara de ar reserva. O importante é sempre levar câmara de ar reserva e se possível um kit de remendo. Mas muitas vezes só levamos a câmara de ar reserva. No caso de acontecer mais de um furo no pedal, você pode ficar na mão. Existem três alternativas caso isso aconteça:

1 – Técnica do nó: Encha a câmera e descubra onde está o furo. Esvazie-a novamente e dê um nó na câmara o mais próximo do furo possível e aperte bem. O nó deve evitar do ar ir até o buraco, dessa forma você conseguirá encher o pneu. Coloque no máximo 60 libras após dar o nó.

2 – Técnica do nó duplo: Caso a câmara tenha se cortado, talvez a técnica do nó único não funcione, então você precisara usar a técnica do nó duplo. Corte a câmara onde tiver o furo utilizando a coroa da bike. Após cortar a borracha, dê um nó em cada ponta da câmara e a coloque novamente no pneu. Assim como na primeira dica, não coloque mais do que 60 libras na hora de encher.

3 – Mato:
Se nenhuma das técnicas funcionar, procura algum lugar que tenha grama ou capim e coloque o máximo possível de capim dentro do pneu para dar um pouco de consistência a este.

Essa deve ser uma solução de último caso, uma vez que o pneus ficará extremamente irregular e com pouca consistência.

ATENÇÃO

Todas essas soluções são emergenciais, então, se precisar utiliza-las, volte para casa imediatamente após o conserto!


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